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07/04/2017

Educação

Escolas de Palhoça trabalham no combate ao mosquito Aedes Aegypti

Escolas de Palhoça trabalham no combate ao mosquito Aedes Aegypti Imagem: Divulgação
Por Prefeitura de Palhoça

O lançamento da campanha ocorreu na segunda-feira (3), em cerimônia realizada na Prefeitura, com a presença de diretores das escolas municipais, que receberam exemplares do material educativo. Os estudantes já iniciaram as atividades.

O material de orientação, disponibilizado às escolas e aos estudantes, foi criado pela Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento (ARIS) e Prefeitura de Palhoça. Os alunos receberam fôlderes instrutivos e as escolas estão repassando informações de um DVD, que mostra características do mosquito transmissor, os principais pontos e de que forma proliferam.

Os agentes do projeto são 4.240 estudantes do primeiro ao quinto ano de toda a rede municipal, que seguirão orientações de professores, coordenadores de ensino, além do material disponibilizado para a campanha. “Os alunos vão seguir as orientações dos educadores e terão acesso às informações contidas no material disponibilizado nas escolas”, disse a Diretora de Ensino, Angelita Pereira.

PREVENÇÃO - A proposta básica da Secretaria de Educação é que o projeto – “Dengue é melhor prevenir que remediar”, – inicialmente envolva os estudantes, mas que os conhecimentos sejam repassados a toda a comunidade escolar. “Inicialmente, as crianças serão os agentes de uma batalha contra o mosquito transmissor. Numa segunda etapa, elas envolverão as famílias e as comunidades como um todo”, comentou a secretária de Educação, Shirley Nobre Scharf.

Na tarde de segunda-feira (3), a secretária de Educação esteve reunida com o prefeito Camilo Martins e o vice-prefeito Amaro Júnior. Os diretores das escolas municipais participaram da reunião, quando receberam exemplares do material educativo.

O prefeito Camilo Martins manifestou entusiasmo com o envolvimento da comunidade escolar, no combate ao mosquito Aedes Aegypti que, além da dengue, também transmite a Zika e Chikungunya. “Acredito que os estudantes, bem orientados, vão fazer uma ótima campanha de combate ao mosquito. O fato positivo é que eles agregarão valores, conhecimento sobre os riscos de proliferação do inseto. Quem aprende dessa forma, combatendo o mosquito transmissor, nunca mais esquece. O combate depende de cada um de nós, que podemos identificar e eliminar os focos em volta de nossas moradias”, comentou Camilo Martins.

O projeto aponta que 80% dos focos do mosquito estão nas residências, justamente onde as crianças vão atuar.

DEBATES - O envolvimento dos estudantes deverá ser bem mais amplo do que um simples ensinamento didático. Eles serão orientados a coletar material na mídia, na internet, nos jornais, o que facilitará a realização de debates. De posse de todo o material coletado, sempre sob a orientação pedagógica, os alunos produzirão textos educativos e preventivos, cartazes, maquetes, tudo com material reciclado, que será recolhido durante os mutirões de limpeza nos bairros – essa, uma parte fundamental do projeto.

Também serão realizadas rondas na comunidades, para identificar focos de proliferação do Aedes Aegypti, além de um monitoramento constante, para detectar possíveis pessoas contaminadas. Os estudantes aprenderão a produzir e instalar armadilhas captoras de insetos e repelentes caseiros.

Todas as fases das atividades programadas serão registradas, documentadas. Ao final de todo o processo (a campanha se estende até 17 de abril), será organizada uma exposição dos melhores trabalhos, no hall de entrada da Secretaria de Educação, no prédio da Prefeitura, no Bairro Pagani.
 









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