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Quarta-feira, 31.07.2013 O ronco

Madalena não agüentava mais o ronco do Vanildo, que insistia em dizer que não roncava.

- Tás tola? Nunca ouvi um ronco meu. Nem nos jogos do Avai na TV.

- Tás tolo tu. Por acaso sô mulher de inventá história?

Então Madalena resolveu esclarecer os fatos. Arranjou um gravador antigo emprestado e o escondeu na cabeceira da cama, rente ao travesseiro do marido. Vanildo, com o sono bastante atrasado por conta da última farra, queria mesmo era dormir, por isso não desconfiou de nada, apagou. Madalena apertou o PLAY/REC sorrindo, e também adormeceu, triunfante.

Bem cedinho ela acordou, pronta para desmascarar o marido teimoso. Pegou o gravador,.sentou-se à mesa da sala, deu REW, esperou, deu PLAY, pronto. Não demorou muito e a ronqueira começou, forte, compassada, vibrante. Já estava satisfeita com a amostra sonora quando começou a ouvir algo mais: “ROONC!... HELENA! ROONC!... VEM CÁ, VEM! ROONC!... ROONC!... AHH... HELENA... ROONC!...  ROOOONC!... ROOOOOONC!...

- Vaniiiiiildo!

- Quê? Hã? Que foi?

- Safado! Quem é Helena?

- Como? Quem?

- Helena, seu cínico abusado!

E reproduziu o trecho em questão. Vanildo, acuado, tentou ganhar tempo, usando da sua peculiar esperteza:

- Então é verdade? Eu ronco que nem um porco?

- Isso eu já sei, seu estepor! Tô falando da Helena. Quem é ela? Vamos!

- Vamos aonde?

- Vanildo!!!

- Calma, amor! Não existe Helena nenhuma, só você, Madalena. Ouve só: “Madalena, Madalena, você é meu bem querer...” Eu falava Madalena, juro. Volta a fita, volta (arriscando tudo).

Voltou. Ouviram. De fato a gravação não era lá das melhores. Voltou de novo. É, podia ser Helena, Melena, Madalena, qualquer coisa terminada em lena. E se levasse a fita prum perito? Depois de muito pensar decidiu, porém, acreditar na versão do marido.

- Mas trate de dar um jeito nesse ronco, seu Martinho da Vila de uma figa, que alguma cura deve ter.

Sim, claro. Mas um tratamento levaria tempo, e Vanildo não podia correr riscos. Falou aqui, perguntou ali, acabou descobrindo uma simpatia para curar o mal: “Dentro da fronha do travesseiro coloque três folhas de laranjeiras e três galhinhos de arruda. Deixe ali por três dias, depois jogue tudo na correnteza de um rio.” Assim ele fez, e esperou. No quinto dia, durante o almoço, Madalena avisou que ele quase não havia roncado na noite passada

. Viva! Naquele instante tocou o telefone, a empregada atendeu.

- É para o senhor, patrão.

- Quem é?

- Uma tal de Helena, disse que é a sua nova gerente de conta.

- Vaniiiildo!!!!





Postado por Jaime Ambrósio às 19:32 | Marcadores: Ronc   Play/rec   Martinho Da Vila  

Terça-feira, 02.07.2013 Segundona do Catarinense corre risco de paralisação

Olá, queridos leitores!

Abaixo o e-mail enviado para mim pelo advogado do Concórdia A.C.

Nele (e-mail) está explicado detalhadamente o imbróglio que ameaça paralisar a 2ª Divisão do Catarinense.

Melhor explicado que isso? Só dois disso.

"Prezado Gustavo Bossle,

Três clubes foram denunciados até agora: Concórdia, Brusque e Hercílio Luz.

A denúncia contra o Concórdia e contra o Brusque é a mesma, já contra o Hercílio Luz o problema é outro.

Vamos a cada uma delas:

- Concórdia: foi denunciado por ter se utilizado nas primeiras sete rodadas (pelo menos um jogador em cada partida) de atletas registrados na CBF na condição de NÃO-PROFISSIONAL, porém, são atletas que já completaram 20 (vinte) anos de idade. São atletas que disputaram o Campeonato Catarinense na categoria de Juniores pelo Concórdia (inclusive sagraram-se Campeões). A denúncia alega que atletas que já completaram 20 (vinte) anos não podem atuar em Campeonato Profissional. Tal alegação é baseada no artigo 43 da Lei 9.615/98 (Lei Pelé) que diz o seguinte: Art. 43. É vedada a participação em competições desportivas profissionais de atletas não-profissionais com idade superior a vinte anos. No mesmo sentido, o artigo 27 do Regulamento Geral da Federação Catarinense diz mais ou menos a mesma coisa: Art. 27. É vedada a participação em competições da categoria “Profissional” de atletas não profissionais com idade superior a vinte anos, conforme o disposto no art. 43 da Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998, com a redação dada pela Lei nº 9.981, de 14 de julho de 2000. Porém, tal legislação não é clara. Ao proibir a participação de atletas não-profissionais em competições desportivas profissionais, com idade superior a vinte anos, a legislação não é clara se superior a vinte anos é no dia seguinte ao dia que o atleta completa vinte anos, ou seja, com 20 anos e 1 dia de vida, ou se superior a vinte anos é quando o atleta completa 21 anos. O Concórdia entendeu que superior a 20 anos é 21 anos e não 20 anos e 1 dia. A questão a ser analisada e julgada pelo TJD é sobre o entendimento que será dado à estes artigos de lei. Se for considerada a primeira hipótese (20 anos e 1 dia) o Concórdia será penalizado, caso contrário, se for considerada a segunda (21 anos), o Concórdia será absolvido. Em caso de condenação o Concórdia perderá 32 pontos (21 por ter utilizado os atletas em 7 partidas (7x3=21) e mais os 11 pontos que foram conquistados nestas partidas).

- Brusque: é a mesma situação do Concórdia, porém, foi em apenas em uma partida que isto aconteceu. Então se for condenado o Brusque perderá 06 pontos, uma vez que ganhou a partida em questão.

- Hercílio Luz: o problema do Hercílio Luz é um pouco diferente. A equipe escalou em quatro jogos, atleta com 15 anos de idade. Ai acabou infringindo outro artigo da Lei Pelé, no caso o artigo 44, inciso III, que assim determina: Art. 44. É vedada a prática do profissionalismo, em qualquer modalidade, quando se tratar de: I - desporto educacional, seja nos estabelecimentos escolares de 1º e 2º graus ou superiores; II - desporto militar; III - menores até a idade de dezesseis anos completos. Esse é um caso um pouco mais complicado para a equipe por não há dúvida. A redação é clara no sentido de ser proibida a utilização de atleta com menos de 16 anos de idade. Se condenado o Hercílio Luz perderá 16 pontos (12 por ter utilizado o atleta em 4 partidas (4x3=12) e mais 4 pontos que foram conquistados nestas partidas).

O julgamento que estava marcado para hoje foi adiado, atendendo à um pedido nosso, tendo em vista que o prazo mínimo de 3 (três) dias para a equipe denunciada apresentar defesa não foi respeitado. Provavelmente o novo julgamento será na próxima terça-feira.

Possivelmente hoje entraremos com um pedido de paralização do campeonato, haja vista que a indefinição quanto à punição ou não do Concórdia afeta completamente os planos do time no returno da competição, uma vez que só poderia se classificar para o quadrangular final ser for campeão do returno e não mais por índice técnico.

Tal situação pode gerar ainda outro problema. Caso o Concórdia perca os pontos (32), provavelmente seria rebaixada, porém, se ganhar o returno, se classificará para o quadrangular final, podendo subir para a primeira divisão. Ou seja, no mesmo campeonato o Regulamento da FCF permite que uma equipe seja rebaixada e também conquiste o acesso para a Divisão Principal.

Temos informação de que além destas três equipes, mais quatro ou cinco equipes estão com o mesmo problema (escalação irregular) e serão denunciadas nos próximos dias.

Espero que tenha ficado claro a atual situação do campeonato.

Ficamos a disposição para eventuais novos esclarecimentos. Entendeu? Não? É só ler até entender. HASTA LUEGO!!!

Att.

Vanderlei Camargo"

Entendeu? Não? É só ler até entender.

HASTA LUEGO!!!

(Gustavo Bossle é jornalista - sim, formado - desde 1999. Apaixonado por esportes. Principalmente por basketball, futebol e ciclismo. Ah! Também prefiro Jogos Olímpicos a Copa do Mundo.)





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