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Segunda-feira, 28.09.2015 Feijoada


Ela é milenar, pode não ter surgido no Brasil, mas, com certeza, é pra lá de brasileira. Ocorre que, fazer uma boa feijoada hoje em dia custa caro, muito caro, tanto que o Zé Naldo foi obrigado a entregar a bicicleta como pagamento pelos ingredientes na Mercearia do Vandão. Mas fez o rango, era promessa caso o Avaí ganhasse do Internacional. A tal da carne seca, vixe!, custa os zóio da cara, reclamou o Zé. E a costelinha defumada? E o lombinho?
Mas dá pra fazer feijoada de um jeito mais em conta. Quem explica melhor é a dona Izaldina, que além de saber cozinhar gosta de fazer piada.
- Quando tu fax surraxco, ô mô quiridu, num joga os osso pros cachorro, guarda no congelador, com um pouco de carne, num tem? Guarda também o resto das linguiça. Beico usa só um pouco, que é pra dá o gosto. Pele de porco é barata, calabresa compra só umas duas e carne fresca de porco meio quilo já chega.
- E num vai nada defumado, Izaldina?
- De fumado não, ô istepor, que cigarro faz mal pra saúde, ihihihihi! Mas vai cachaça.
- Cachaça? No início ou no fim?
- Depende do cozinheiro: ele bébi a hora que quisé, mas não muitcho, que é pra não ficá abestado. Já pensô se colocá pé de galinha no lugar de pé de porco? Ihihihi!... 





Postado por Jaime Ambrósio às 16:51 | Marcadores: Beico   Zóio   Lombinho  

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